24 de abril de 2017

Monaciello

۞ ADM Sleipnir



Monaciello (ou Munaciello, "pequeno monge" em língua napolitana) é uma espécie de fada ou goblin exclusivo do folclore da comuna de Nápoles, na Itália. Ele é normalmente retratado como espécie de homem pequeno e gordo, vestido com as longas vestes de um monge e usando um chapéu de abas largas.

De acordo com o folclore, ele assombra a cidade de Nápoles e os arredores, pregando peças sobre as pessoas. Dentre suas brincadeiras, está roubar roupas dos varais, roubar colchas de quartos e perseguir mulheres, esta última a sua brincadeira favorita. 

Apesar disso, o Monaciello é tido como uma entidade benévola, e guia pessoas necessitadas até tesouros escondidos. Conta-se que ele aparece para essas pessoas sempre durante a noite, acenando silenciosamente para que o sigam. Se a pessoa tiver coragem para fazê-lo, o Monaciello a leva a algum lugar onde um tesouro está escondido, sem estipular nenhuma condição ou favor em troca. Porém, a pessoa que recebeu a ajuda de um Monaciello não deve nunca se vangloriar disso, ou o tesouro pode desaparecer completamente.

Dizem que muitas pessoas obtiveram riquezas de forma repentina através da ajuda de um Monaciello, e sempre que alguém tem algum tipo de ganho súbito de fortuna, as pessoas dizem: Forse avrà il Monaciello em casa ("talvez tenha recebido o Monaciello em sua casa").


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21 de abril de 2017

Pixiu

۞ ADM Sleipnir


Pixiu (chinês: 貔) é uma mítica criatura híbrida pertencente a mitologia chinesa, muitas vezes confundida com outras criaturas, como os Cães de Fu ou com o Qilin. Para os praticantes de Feng Shui, ela é considerada uma criatura auspiciosa, capaz de atrair riquezas de todas as direções.

Representações

O Pixiu é frequentemente representado como um leão alado, com duas grandes presas em sua boca, e dotado de um ou dois chifres. Ás vezes é representado com o rosto ou com o corpo inteiro de um dragão.

Quando o Pixiu possui apenas um chifre, ele É chamado de Tianlu (chinês: 天祿), e é considerado um atraidor de riquezas. Acredita-se que ter a estátua de um Tianlu em sua casa ou em seu escritório atrair riquezas, ou as impede de ir embora. Se o Pixiu possui dois chifres, ele é chamado de Bixie (chinês: 辟邪), e é considerado um ser que afasta os espíritos malígnos. Acredita-se que ter uma estátua sua em casa ajuda pessoas com problemas de mau Feng Shui.

Tianlu

Bixie


Mitologia

De acordo com a mitologia chinesa, o Pixiu violou uma lei do céu, defecando no assoalho do Imperador de Jade. O deus puniu o Pixiu, selando o seu ânus e restringindo sua dieta a ouro. Dessa forma, a criatura só pode absorver o ouro, mas não pode expulsá-lo. Esta é a origem do status do Pixiu como um símbolo de aquisição e preservação da riqueza.

Pixiu é também uma criatura feroz. As grandes presas visíveis na boca da criatura são usadas para atacar demônios e espíritos malignos, drenando sua essência e convertendo-a em riqueza. Pixiu também protege os homens contra doenças causadas por esses mesmos espíritos malignos. Em homenagem à sua ferocidade e destreza, Pixiu era um sinônimo do exército na China antiga.

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19 de abril de 2017

Ek Chuah

۞ ADM Sleipnir



Ek Chuah (ou Ek Chauah, Ek Chuwah, Ek Chuaj, "Chefe da Guerra Negra"; às vezes referido como Deus M) era um deus maia da guerra, responsável pelo transporte das almas dos mortos em batalha. Além disso, ele era o deus do cacau, e, semelhante ao deus maia Xaman Ek, era um deus protetor dos mercadores e viajantes. 

Ek Chuah possuía uma natureza um pouco contraditória; como o deus da guerra era visto como maligno, mas como um deus dos comerciantes de rua era um deus de caráter benevolente.



Representações

Ek Chuah é a sexta divindade mais comumente descrita nos códices maias, sendo retratado 40 vezes. Ele é geralmente representado com a pele pintada de preto, com um nariz comprido e estreito e um grande lábio inferior. Algumas imagens de Ek Chuah o mostram segurando uma lança (quando representando o deus da guerra) ou um conjunto de bens (quando representando o deus dos mercadores). O hieróglifo de seu nome é um olho com uma borda preta.

Patrono do Cacau

O cacau foi um dos produtos mais importantes comercializados pelos maias e muitas vezes era tratado como moeda. Como Ek Chuah era patrono do cacau, os proprietários das roças de cacau realizavam cerimônias ou festivais especiais em sua honra. Uma delas era realizada durante Muwan, um mês no calendário solar maia (Haab). 



Interações com outras divindades

Ek Chuah era às vezes retratado em combate, na maioria das vezes acompanhado de Buluk Chabtan, o deus da guerra, da violência e sacrifício. No Codex Madrid, Ek Chuah e Buluk Chabtan estão intimamente relacionados e, por vezes, quase indistinguíveis um do outro. Conforme Ek Chuah ganhou influência e importância na sociedade maia, ele acabou suplantando Buluk Chabtan.


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17 de abril de 2017

Cuchivilo

۞ ADM Sleipnir


Cuchivilo (ou Cuchivilu) é uma mítica criatura aquática pertencente a mitologia e folclore chilota. Ele é uma criatura robusta, e possui a metade superior do corpo de um porco e a metade inferior de uma serpente marinha. Cuchivilos são odiados pelos pescadores de Chiloé, que dizem serem eles os responsáveis pela destruição dos currais de pesca (sistema utilizado pelos chilotes para capturar os peixes e abandonado durante a década de 80 devido a questões legais).

Segundo as lendas chilotas, Cuchivilos habitam em lugares pantanosos sempre próximos ao mar. Eles vivem enterrados na lama, deixando apenas seu nariz para fora para poderem respirar. Eles eventualmente nadam em rios e lagos, e por isso deve se tomar cuidado ao se banhar nesses lugares, pois se banhar no mesmo local onde um Cuchivilo esteve faz com que seu corpo seja rapidamente coberto de sarna. Conta-se que também é perigoso ouvir o seu grunhido, que de acordo com as lendas é o anúncio de que a pessoa que o escutou terá uma vida curta.



O alimento favorito dos Cuchivilos são peixes e frutos do mar, e por esse motivo, eles invadem currais de pesca para se alimentar e acabam danificando a estrutura. Para os pescadores, o pior problema da visita de um Cuchivilo a um curral de pesca não é a destruição que ele causa, mas a "maldição" que assola o mesmo após ocorrido, fazendo com que o curral nunca mais apanhe nenhum peixe. Para remover essa maldição, o pescador deve realizar uma cerimônia mágica conhecida pelo nome de cheputo ou threputo; onde ele deve acertar as bordas do curral com ramos de louro defumado com "mapucho" (rapé chilote).


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14 de abril de 2017

Gwishin



۞ ADM Sleipnir


De acordo com o folclore coreano, os Gwishin (coreano: 귀신) são as almas de pessoas que já faleceram, e que por algum motivo, não foram capazes de ir para o outro mundo. Geralmente, são almas de pessoas que morreram cheias de mágoa e ressentimento, vítimas de um destino injusto. Acredita-se que elas só conseguem deixar esse mundo se conseguirem encontrar a paz. Em busca dessa paz, os Gwishin assombram os vivos até conseguir obter sua vingança, ou se livrar do ódio preso a eles.

Existem vários tipos de Gwishin, que variam conforme as circustâncias da morte de cada pessoa. Os mais famosos são os Cheonyeo Gwishin, Mool GwishinDalgyal Gwishin.

Cheonyeo Gwishin 



As Cheonyeo Gwishin (coreano: 처녀 귀신, "fantasma virgem") são os fantasmas de mulheres que morreram virgens. Há muito tempo atrás, as mulheres nascidas na Coreia sofriam muito, sendo obrigadas desde pequenas a servirem os homens, como seu pai e seu marido. Por isso quando uma virgem morria, se tornava uma Cheonyeo Gwishin.

Elas usam o sobok, uma roupa branca usada em ocasiões de luto, e têm os cabelos longos e despenteados, caídos sobre o rosto. O motivo de usarem o cabelo assim é que a tradição da época obrigava as moças virgens a cobrirem o rosto.



Por terem morrido virgens, as Cheonyeo Gwishin não cumpriram com seu objetivo na vida – o de servir a um marido – e por isso não podem deixar esse mundo. Devido a essa crença, tornou-se costume entre algumas famílias coreanas fazer um “casamento fantasma” para supostamente unir duas pessoas que faleceram e assim poder permitir que eles possam partir desse mundo e ter seu descanso.

As Cheonyoeo Gwishin rondam por lugares grandes que estão velhos ou já abandonados como hospitais, escolas, bosques ou prédios e construções antigas.

Mool Gwishin 



Algumas lendas antigas contam que quando alguém morria afogado, sua alma solitária ficava vagando debaixo da água. Esses são os Mool Gwishin (coreano: 물귀신, "fantasmas da água" ), que por não gostarem de ficar sozinhos no escuro e frio, costumavam arrastar nadadores desavisados para o fundo consigo.

Hoje em dia, porém, essas histórias foram deixadas de lado e o termo Mool Gwishin se tornou apenas uma expressão usada como forma de ameaça. É mais ou menos como dizer: “Se eu afundar, vou levar alguém pra baixo comigo.”

Dalgyal Gwishin

Os Dalgyal Gwishin (literalmente "fantasma cara de ovo") são considerados pela maioria dos coreanos os mais assustadores dentre todos os tipos de Gwishin. As lendas contam que os Dalgyal Gwishin vivem nas montanhas e não possuem um rosto, e que apenas o fato de se olhar para um deles é o suficiente para causar a morte de viajantes que se aventuram nas montanhas desertas na escuridão da noite.

Eles são fantasmas de pessoas que não tinham nenhum parente próximo ou amigos e por isso nunca receberam a devida despedida por sua morte, e por esse motivo estão presos a este mundo.




fontes:
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13 de abril de 2017

Portal no Youtube: Dampiros

۞ ADM Sleipnir

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Ruby