27 de abril de 2015

Pedra Negra de Caaba

۞ ADM Sleipnir


A Pedra Negra (em árabe: الحجر الأسود; transl.: al-Hajar al-Aswad) é uma pedra escura de cerca de 50 cm de diâmetro. É uma das relíquias mais sagradas do Islã, e segundo a tradição muçulmana, remonta ao tempo de Adão e Eva. Segundo a tradição, a pedra foi recebida por Abraão das mãos do anjo Gabriel.

Ela já era cultuada pelos árabes antes mesmo da criação do Islã, onde, segundo relatos, era branca e se tornou negra devido aos pecados humanos. A Pedra Negra encontra-se em uma construção chamada Caaba, na mesquita sagrada de Masjid al-Haram em Meca, para onde se voltam os muçulmanos em suas preces diárias.

Caaba
Sua aparência física é a de uma rocha fragmentada escura, polida pelas mãos de milhões de peregrinos. A tradição islâmica diz que caiu do céu para mostrar a Adão e Eva onde construir um altar. Embora tenha sido muitas vezes descrito como um meteorito, esta hipótese é agora incerta.

A pedra negra consiste de um número de fragmentos mantidos juntos por uma moldura de prata, fixada à pedra por pregos de prata.3 Alguns dos fragmentos menores foram cimentados entre si. A face exposta da pedra mede 20 cm por 16 cm. Seu tamanho original não é claro; suas dimensões registradas mudaram consideravelmente ao longo do tempo, como a pedra foi remodelada em várias ocasiões.


fonte: Wikipédia
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24 de abril de 2015

Hyaku Monogatari

۞ ADM Sleipnir


Hyaku monogatari (百物語, "cem histórias") ou Hyaku monogatari kaidankai (百物語怪談会, "cem histórias de fantasmas") é um "jogo" do folclore japonês, no qual você entra em uma sala, com varias pessoas, e cada uma tem que contar uma história de terror supostamente real. A medida que as histórias de fantasmas vão sendo contadas, os espíritos destes (no caso o espírito do qual é contado a história), se reúnem ao redor da sala onde ocorre o "jogo".

Para realizar esse jogo, é necessário uma tigela com água, para que os jogadores possam ver se há algum espirito no recinto. Para proteger os jogadores, é criada uma kekkai (barreira espiritual) ao redor da sala: o primeiro jogador acende uma vela e a deixa em sua frente, depois os outros jogadores acendem suas próprias velas nessa primeira e as colocam nos cantos da sala. Depois que terminam de fazer a barreira, o primeiro jogador apaga sua vela e as histórias começam.


Existem versões do jogo em que se usam 100 velas, uma para cada história contada. A medida que as histórias são contadas, as velas são apagadas. No meio da brincadeira, ninguém pode desistir e sair da sala, pois se isso acontecer, os fantasmas que estariam em volta da sala em que acontecia a "brincadeira", irão atormenta-lo para o resto da vida. 


O Hyaku monogatari kaidankai é tido como um ritual de evocação, pois ao contar a história e apagar cada vela estariam acumulando energia espiritual, transformando a sala em um farol para criaturas sobrenaturais: com o desaparecimento da última luz, alguém ou alguma coisa terrível estaria esperando na escuridão. Desse modo, foi dado o nome de Ao-andou ou “Yokai da Lanterna de Papel Azul” ao yokai que surge ao final das cem histórias, indenpendente do tipo de yokai que aparecer.


fontes:
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23 de abril de 2015

Spriggans

۞ ADM Sleipnir


Spriggans são uma classe de fadas pertencentes ao folclore da Cornualha, condado que fica no sudoeste de uma península da Inglaterra, Reino Unido. Eles são seres descritos como tendo uma aparência grotesca, possuindo corpos pequenos, magros e enrugados. Na cultura moderna, tem sido geralmente caracterizados como criaturas com corpos formados por galhos e folhas de árvores.

Eles são geralmente encontrados em ruínas antigas onde jazem tesouros enterrados, e atuam como guardiães das mesmas. Eles também podem ser encontrados em florestas ou outros locais remotos. Embora geralmente pequenos, Spriggans tem a capacidade de aumentar o seu tamanho, chegando a atingir proporções gigantescas. Por isso, algumas pessoas acreditavam que os Spriggans fossem fantasmas de gigantes, que supostamente habitaram a Cornuália em tempos remotos.


Spriggans são intimamente relacionados com outra classe de fadas, os Pixies, mas são em geral mais sombrios e perigosos do que os mesmos. Enquanto Pixies são geralmente descritos como sendo alegres e divertidos, Spriggans são mais rancorosos e cheios de malícia, e costumam empregar truques malignos no trato com os seres humanos. Eles podem provocar mau tempo e disseminar pragas, causando a morte de plantações e animais. Além disso, eles também roubam crianças pequenas e as substituem por uma de sua própria espécie, um traço comum em muitas lendas de fadas. Outro costume dos Spriggans é conduzir viajantes perdidos até a beira de penhascos, de onde acabam empurrando-os para a morte.

Como a maioria das fadas, Spriggans são repelidos por amuletos de ferro. Usar roupas do avesso também é um bom método para mantê-los afastados. Um detalhe adicional sobre eles é que não podem tocar a água salgada dos mares.


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22 de abril de 2015

Bifröst

۞ ADM Sleipnir


Bifröst Bilröst, Ásbrú, Bifrost) é na mitologia nórdica a ponte que liga Midgard, o reino dos mortais, a Asgard, o reino dos deuses. Ela foi construída pelos Aesir, e por ela eles viajam diariamente para realizar seus conselhos sob a sombra da árvore YggdrasilA ponte em si é um arco-íris, formado por três cores com magia e é incrivelmente forte. Ela é guardada por Heimdall, que de seu salão Himinbjorg localizado na extremidade superior da ponte, vigia os nove reinos. 


Era somente por ela que os gigantes (jotunns), inimigos dos Aesir, poderiam ter acesso a Asgard, e por isso, além da proteção de Heimdall, a ponte continha um mecanismo de defesa especial: a cor vermelha da ponte possui propriedades flamejantes, e incinera qualquer um que tente invadir Asgard sem permissão.

Bifröst será destruída durante o Ragnarok, quando os gigantes de fogo comandados por Surtur, caminharam sobre ela e invadiram Asgard.


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21 de abril de 2015

Chibamba

۞ ADM Sleipnir


O Chibamba é uma estranha entidade presente no folclore do sul de Minas Gerias, uma variação do Bicho Papão. A lenda conta que ele surge para assombrar e assustar as crianças que teimam com os pais e choram na hora de dormir. Ele faz essas crianças dormirem à força, mesmo sem sono e as amedronta a noite inteira fazendo com que eles tenham pesadelos terríveis.

Dizem que ele é o espírito das bananeiras, e por isso ele veste uma longa esteira de folhas de bananeira. Ele dança de forma compassada enquanto caminha, rodopiando e fazendo um som, como se fosse um ronco de porco.


Origem da lenda

A lenda do Chibamba teve sua origem na África, e chegou ao Brasil por intermédio dos nativos africanos. Estes se  vestiam com folhas de bananeira e usavam máscaras assustadoras em vários dos seus rituais: pesca, caça, colheita, rituais religiosos e inclusive em cerimônias de casamentos. Os figurantes simbolizavam a reencarnação dos seus antepassados, que ora os visitavam para abençoar suas festas. Os africanos se apresentavam em seus terreiros festivos, onde as amas pretas de leite cuidavam dos seus bebês e também das crianças brancas, e assim deu-se a origem do Chibamba como criatura assustadora. Era uma oportunidade e tanto para mostrar às crianças, aqueles figurantes caracterizados de monstros cobertos de folhas e mascarados, como sendo uma entidade que viria atormentar as que não quisessem dormir.



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20 de abril de 2015

Estinfálides

۞ ADM Sleipnir



Os Estinfálides eram um bando de pássaros comedores de homens que assombravam o Lago Estínfalo, na Arcádia, uma região da Grécia. Elas habitariam os locais mais ermos da área, como os pântanos insalubres, fazendo seus ninhos nos galhos retorcidos, onde era difícil de se alcançar e de ver. Esses pássaros possuíam bicos de bronze e penas metálicas, brilhantes e afiadas. Atacavam os homens impiedosamente, ferindo-os com suas penas e devorando sua carne, até que sobrasse somente os seus ossos.


À mando do rei Euristeu, Héracles os eliminou como parte de seu sexto trabalho. Enquanto Héracles seguia seu caminho em direção ao Lago Estínfalo, ele foi visitado por Atena, que lhe entregou um presente especial forjado por Hefesto: duas castanholas de bronze, que ao serem tocadas, criavam um barulho ensurdecedor, capaz de fazer os pássaros se desentocarem dos pântanos e tentarem alçar voo. Ao chegar no lago, Héracles logo avistou os terríveis pássaros. Haviam centenas deles, aninhando-se por todo o lago, e também nas árvores. Héracles pegou as castanholas e encheu o ar com um som alto e melodioso. 



Os Estínfalides se assustaram com o barulho e levantaram vôo no ar. Héracles então pegou seu arco, mirou os pássaros enquanto voavam e atirou suas flechas, que haviam sido banhadas no sangue da Hidra de Lerna. Um por um, os pássaros caíram mortos. Héracles matou 100 deles, e o restante conseguiu escapar, e nunca mais foram vistos ou ouvidos novamente. Héracles pegou ainda uma dúzia de pássaros, e os levou de volta para o rei Euristeu, que teve seus planos frustados mais uma vez.

Os Pássaros Estinfálides às vezes eram identificados com os Ornithes Areioi (Pássaros de Ares), encontrados pelos Argonautas no Mar Negro, durante sua busca pelo Velocino de Ouro.


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