22 de setembro de 2014

Cálice de Licurgo

۞ ADM Sleipnir



O Cálice de Licurgo é um cálice de vidro fabricado na Roma Antiga durante o século IV e que possui a peculiar propriedade de mudar de cor conforme a direção em que é iluminado. O cálice fica da cor verde-jade quando é iluminado de frente, mas quando iluminado por trás, torna-se da cor vermelho-sangue. Essa propriedade intrigou os cientistas durante décadas, desde sua aquisição pelo Museu Britânico na década de 50 e permaneceu sendo um mistério até 1990, quando um grupo de pesquisadores ingleses examinou alguns pequenos fragmentos do mesmo e então desvendaram o mistério

Com a ajuda de um microscópio eletrônico, os pesquisadores observaram os fragmentos do vidro e descobriram que ele continha partículas de prata e de ouro com cerca de 50 nanômetros de diâmetro. Pra se ter uma idéia do tamanho dessas partículas, seriam necessárias mil delas para se alcançar o diâmetro de um grão de sal refinado. Com isso, pode-se dizer que os artesãos romanos foram os pioneiros no uso da nanotecnologia. A mistura exata dos metais preciosos sugere que os romanos tinham consciência do que estavam fazendo - "um feito incrível", disse um dos pesquisadores, o arqueólogo Ian Freestone, da University College London. 

Origem do Nome

O Cálice de Licurgo recebeu este nome porque possui uma cena envolvendo a morte do rei Licurgo da Trácia. Licurgo era pai de Dryas, e opositor ferrenho de Dionísio (deus grego da festa e do vinho). Conta-se que certa vez Licurgo soube que Dionísio (ainda criança na época) e seus seguidores caminhavam pela Trácia tentando estabelecer seu culto, e então os perseguiu empunhando o seu machado. Licurgo consegue matar Ambrósia (principal seguidora de Dionísio), mas Dionísio e os demais conseguiram escapar pulando no mar, graças à ajuda da deusa Tétis.

Posteriormente, Dionísio amaldiçoou o reino de Licurgo com uma seca interminável, e fez com que Licurgo ficasse louco. Em seu acesso de loucura, matou sua esposa e também o seu filho Dryas, o qual confundiu com um ramo de hera (uma planta sagrada para Dionísio). Os súditos de Licurgo consultaram um oráculo e descobriram que a maldição lançada por Dionísio perduraria até que o rei Licurgo morresse. Assim, os súditos decidem matá-lo. As versões de sua morte são variadas: Alguns dizem que ele próprio cortou os próprios pés com seu machado antes de se matar; outros que Zeus infligiu-lhe a cegueira e o mesmo foi desprezado por todos, morrendo em miséria; ou que ele foi dilacerado por seus próprios cavalos; ou devorado pelas panteras do deus; ou envolto em vinhas e despachado para o reino dos mortos, onde ele seria eternamente estrangulado, apedrejado e atormentado por ménades e sátiros. Esta última é a cena representada no cálice.


Fontes:
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19 de setembro de 2014

A Gangue do Palhaço

۞ ADM Sleipnir



A lenda da Gangue (ou Kombi) do Palhaço ficou famosa aqui no Brasil nos anos 90, por intermédio de uma série de notícias publicadas pelo jornal paulista NP (Notícias Populares). Na época o jornal publicou uma série especial chamada "Os Crimes Que Abalaram O Mundo", e um desses crimes envolvia um palhaço norte-americano que assassinava crianças na década de 60.

Baseando-se nessa história, alguém deu início a uma série de boatos sobre um palhaço que estaria rodando as ruas de Osasco e sequestrando crianças para retirar e vender seus órgãos ou para levá-las para a prostituição. De Osasco, os boatos se espalharam por todo o estado, e os elementos da história cada vez mais aumentavam. De um palhaço, passou para um grupo de três palhaços dirigindo uma Kombi branca ou azul e que sequestravam crianças na porta das escolas.

Infográfico publicado no jornal Notícias Populares, mostrando os locais onde haviam relatos sobre a Gangue do Palhaço 

O Notícias Populares publicou notícias sobre o caso de 20 de maio à 5 de junho de 1995, e mesmo o jornal colocando nas matérias que o assunto não passava de um boato, e também a negativa da polícia de que tal gangue existia, a história repercutia ainda mais.

Muitas pessoas juraram ter visto a Gangue do Palhaço. Uma dona de casa moradora do Tucuruvi (zona norte de São Paulo), afirmou na época que a gangue havia tentado raptar seus filhos no começo de 1995. "Um negro numa Kombi branca parou em frente de casa e pediu para levar meus filhos para a escola. Não topei, e ele falou que eu ia me arrepender." De acordo com ela, a perua era suspeita. "Não tinha placa, os vidros eram fumês e tinham cortinas". Uma outra afirmou que "eles tentaram atacar uma criança em frente a uma creche". 

"Retrato-Falado" de um dos suspeitos, segundo uma suposta testemunha (LOL)
Muitos palhaços perderam seus empregos, e circos viram seu público diminuir por conta do medo da população em relação aos palhaços. Houveram ainda casos onde palhaços foram ameaçados de morte. A própria polícia teve muito trabalho, chegando a receber inúmeras ligações de pessoas que viram ou que tinham "informações" sobre a gangue, todas elas furadas.

Somente em 5 de junho de 1995, o Notícias Populares, com a ajuda do jornalista policial Gil Gomes, deram fim a história da Gangue do Palhaço. "O 'bando do palhaço' não existe" foi a manchete da última reportagem da série, publicada no dia 5 de junho. O "NP", a polícia e o repórter Gil Gomes investigaram o caso por dois meses e chegaram à mesma conclusão: tudo não passava de boato.

Desde que as notícias começaram a ser veiculadas, Gil Gomes começou sua investigação, entrevistando os pais das crianças desaparecidas e a polícia. "Tudo não passa de boato. Até hoje, nenhuma criança foi encontrada morta sem os órgãos", garantiu Gil Gomes. O delegado-geral da polícia de São Paulo na época, Antônio Carlos Machado, também afirmou que a gangue não existia. "Fizemos uma investigação em todo o Estado. Nenhum caso desse tipo foi registrado", afirmou.



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18 de setembro de 2014

Soucouyant

۞ ADM Sleipnir


Soucouyant (ou Soucouyan, Soucoyah, Sukuya, Soucriant) é uma espécie de criatura vampírica presente no folclore caribenho, e pertence à uma classe de espíritos conhecidos como Jumbee. Ela é descrita como um metamorfo que toma a forma de uma velha mulher durante o dia, mas que à noite arranca sua pele enrugada, a guarda em um pilão e se transforma em uma bola de fogo. Nesta forma, ela voa pelo céu noturno em busca de sua próxima vítima. Ela é capaz de entrar nas casas de suas vítimas através de rachaduras, fendas e até mesmo buracos de fechaduras. 

Soucouyants sugam o sangue de suas vítimas através de mordidas em seus braços e pernas enquanto dormem, deixando marcas preto-azuladas no local da mordida. Acredita-se que se uma Soucouyant consumir muito sangue de sua vítima, a mesma morrerá e se tornará uma Soucouyant, ou então morrerá de vez, deixando apenas sua pele para que a Soucouyant assuma um novo disfarce. 

A pele de uma Soucouyant é considerada valiosa, e utilizada em práticas de magia negra. As próprias Soucouyants também praticam magia negra, e costumam ceder parte do sangue que sugam para um demônio chamado Bazil, que habita em árvores de algodão de seda, em troca de poderes malignos para utilizar em seus rituais.

Para se prevenir contra o ataque de uma Soucouyant e destruí-la, deve-se espalhar arroz ou outro tipo de grãos perto da residência ou numa encruzilhada próxima. A Soucouyant se verá obrigada a contar todos os grãos, um por um. Isso certamente a impedirá de retornar à sua pele antes do amanhecer e então acabará morrendo. Outra forma de destruí-la é localizar a sua pele e então jogar sal grosso sobre ela, impossibilitando que a Soucouyant volte a usar a mesma. 

Acredita-se que a lenda sobre a Soucouyant surgiu através de lendas de vampiros trazidas por colonos europeus ao Caribe. Estas lendas teriam se misturado com as crenças de escravos africanos e assim originado a mesma. A crença ainda perdura em algumas ilhas do Caribe, incluindo Dominica, St. Lucia, Haiti e Trinidad & Tobago, além do Suriname, onde é a criatura é conhecida como Soukougnan ou Soukounian 



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17 de setembro de 2014

Homens-Escorpião

۞ ADM Sleipnir



Os Homens-Escorpião (também conhecidos como Aqrabuamelu e Girtablilu) são criaturas de destaque na mitologia acadiana/mesopotâmica, principalmente no Enuma Elish e na versão babilônica da Epopéia de Gilgamesh. 

Eles são filhos de Tiamat, a deusa dragão mãe do universo. Eles eram criaturas gigantes, cujas cabeças tocavam os céus. Eles possuíam a cabeça, braços e torso de um homem; mas abaixo da cintura tinham a cauda e as patas dos escorpiões. Guerreiros mortais, eles poderiam lutar tanto com suas caudas de escorpião ou com seus arcos e flechas, que nunca erravam os seus alvos. Os povos mesopotâmicos os invocavam como poderosas figuras de proteção contra o mal e as forças do caos. 




Mitologia

Os Aqrabuamelu foram criados pela deusa Tiamat para auxiliarem na guerra em que travava contra os deuses mais jovens por terem traído e aprisionado seu companheiro, o deus Apsu. No fim, Tiamat é derrotada pelo deus Marduk e com isso os Aqrabuamelu foram rebaixados à categoria de guardas dos portões do deus do sol Shamash, localizados nas montanhas de Mashu. Estes portões eram a entrada de Kurnugia, o submundo segundo a mitologia babilônica. Eles abriam as portas para que Shamash saísse e iluminasse o dia e as fecham à noite, após Shamash retornar ao submundo. Eles também alertavam os viajantes sobre o perigo que habitava além dos portões. 

O grande herói babilônico Gilgamesh, após uma longa e perigosa jornada, chega aos picos gêmeos do Monte Mashu. Lá ele se depara com os portões, os quais nenhum homem jamais atravessou, guardado por dois terríveis homens-escorpião. Depois de interrogá-lo e reconhecer sua natureza semi-divina, eles permitem que Gilgamesh passe, e ele o faz, conseguindo completar a viagem antes que o Sol o alcançasse.

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16 de setembro de 2014

Mokele-mbembe

۞ ADM Sleipnir


Mokele-mbembe (Mokèlé-mbèmbé) é um criptideo semelhante à um dinossauro saurópode, e é dito habitar as remotas florestas da República do Congo. Também existem avistamentos desse criptideo em outros países da África Central, como Camarões e Gabão.  Mokele-mbembe significa "aquele que interrompe o fluxo dos rios" no idioma lingala. Padres franceses na região o chamam de "animal monstruoso." Mokele-mbembe também é usado como um termo genérico para se referir a outros criptídeos africanos, como Emela-ntouka, Mbielu-mbielu-mbielu e Nguma-monene

A primeira aparição conhecida da criatura foi relatada por um homem chamado Abade Proyart, no área do pântano Likouala da selva congolesa (anteriormente conhecida como Zaire)

Descrição

O Mokele-mbembe é descrito como um animal com uma cauda e pescoço longos e faixas de formas arredondadas, com três garras. O animal conhecido mais próximo dessa descrição é um dinossauro saurópode, como o Apatossauro. Quando uma gravura de um dinossauro saurópode é mostrada a algum nativo da região de Likouala, eles rapidamente afirmam que se trata da imagem de um Mokele-mbembe. 

Desenho na areia feito por um nativo da região do pântano Likouala, descrevendo o Mokele-mbembe
O tamanho de um Mokele-mbembe é comparado ao de um hipopótamo ou um elefante. O seu comprimento tem sido relatado como sendo entre 5 e 10 metros. O comprimento de seu pescoço e de sua cauda estaria entre 1,6 e 3,3 metros. Existem relatos de que ele teria um adorno na parte de trás da cabeça, que seria semelhante à crista de um galo. Também existem relatos de que ele teria um chifre em sua cabeça. 

A sua pele é escamosa e de coloração castanha ou avermelhada. Sua carne é aparentemente venenosa. Segundo um relato, um grupo de moradores certa vez matou um Mokele-mbembe e comeram sua carne. Todos que comeram a sua carne teriam morrido pouco tempo depois. 

Comportamento 

Os pigmeus da região do Pântano Likouala relatam que a dieta exclusiva do Mokele-mbembe consiste da planta Malombo. Uma vez que ele só se alimenta dessa planta, o Mokele-mbembe é classificado como um herbívoro. Acredita-se que o Mokele-mbembe não é capaz de reproduzir nenhum tipo de som, embora existam relatos conflitantes. 



O Mokele-mbembe vive a maior parte do tempo debaixo d'água, exceto quando está se alimentando ou migrando para outra parte do pântano. Tem sido relatado que o Mokele-mbembe não gosta de hipopótamos e os mata quando cruzam o seu caminho, porém ele não os come. Também foi relatado que o Mokele-mbembe pode virar barcos e matar seus ocupantes, mordendo-os ou batendo-lhes com sua cauda, ​​porém, assim como os hipopótamos, ele não come as pessoas.

Teorias e Evidências

Estudiosos do assunto ainda duvidam da possibilidade do Mokele-mbembe existir ou ser um exemplar vivo de dinossauro. O fato de uma espécie de dinossauro ter sobrevivido por 70 milhões de anos sem deixar nenhum fóssil na região é um verdadeiro mistério. Seria necessário existirem vários exemplares para que a espécie pudesse se manter durante tanto tempo e, apesar das inúmeras expedições feitas na região desde a década de 1880, nem uma carcaça, nem um osso, nada exceto algumas pegadas e os relatos da população local, foi encontrado. Pode ser possível que as testemunhas tenham se confundido ao avistar elefantes selvagens atravessando os rios com as trombas no ar.


fontes:

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15 de setembro de 2014

Forseti

۞ ADM Sleipnir



Forseti (sig. "presidente") é o deus nórdico da justiça, do julgamento público, da mediação e da reconciliação. Ele é um membro dos Aesir, filho de Balder, o deus da luz e Nanna. Seu símbolo é um machado dourado e sua morada chama-se Glitnir ( significa "brilhante"), o Salão da Justiça. O salão possuía colunas feitas de ouro vermelho e um teto de prata, e irradiava uma luz tão forte que podia ser visto de longe. Povos de todos os tipos iam até Glitnir em busca de um julgamento justo de suas causas, e conta-se que ninguém saía de Glitnir insatisfeito com o julgamento de Forseti.

Embora Forseti fosse um dos doze deuses nórdicos principais, ele não é caracterizado significativamente em qualquer um dos mitos sobreviventes.  Ele não participa do Ragnarok, e portanto é um dos deuses sobreviventes do evento. Existem algumas evidências de que a figura de Forseti tenha se originado de Fosite, um deus frisiano que era adorado em Helgoland.

A história de Helgoland


Esta lenda frisia conta que no intuito de facilitar a administração da justiça em todo o seu território, os frísios convocaram doze dos seus homens mais sábios, os chamados Asegeir, para coletarem as leis das diversas famílias e tribos que compunham a nação frísia, e então compilassem a partir delas um código que seria a base de suas leis. Os anciãos, após coletarem todas as leis, tomaram uma pequena embarcação e partiram em busca de um lugar isolado onde eles pudessem conduzir suas deliberações em paz. Assim que eles se afastaram da costa, foram surpreendidos por uma tempestade que levou sua embarcação para o alto-mar. Em sua angústia, os doze juristas clamaram o nome de Fosite, implorando para que ele os ajudasse a encontrar terra firme novamente. Assim que sua súplica terminou, eles perceberam surpresos, que o navio continha um 13° passageiro.

O homem misterioso tomou o leme e, sem proferir palavra alguma, conduziu o barco em direção à uma ilha, onde acenou para que os 12 sábios desembarcassem. Em silêncio e apavorados, os doze homens obedeceram; e sua surpresa foi ainda maior quando viram o estranho arremessar seu machado dourado ao chão, fazendo surgir uma fonte de água. O homem bebeu da água e, imitando o estranho, todos beberam da mesma água sem pronunciar nenhuma palavra. Logo após, sentaram-se no chão formando um círculo, maravilhados, porque aquele homem se assemelhava a cada um deles, de alguma forma particular, mas ainda sim era muito diferente de qualquer um deles no aspecto geral e no semblante.


De repente, o silêncio foi quebrado, e o homem começou a falar com uma voz bem baixa, que gradualmente foi ficando mais firme e mais alta enquanto ele expunha um código de leis que combinava todos os pontos positivos dos vários regulamentos existentes coletados pelos Asegeir. Assim que seu discurso acabou, o homem misterioso desapareceu, tão de repente e misteriosamente como tinha aparecido, e os doze juristas, recuperando sua capacidade de falar, exclamaram que aquele era o próprio Fosite, e que tinha lhes entregado o código de leis pelos quais os frísios deveriam ser julgados. 

Em comemoração à aparição do deus, os Aesegir declararam que a ilha sobre a qual eles estavam era sagrada, e proferiram uma solene maldição sobre qualquer um que ousasse profanar sua santidade, seja com brigas ou derramamento de sangue. Assim, esta ilha, conhecida como a terra de Fosite ou Helgoland ("terra sagrada"), era muito respeitada por todas as nações do Norte, e até mesmo os vikings abstiveram-se de invadir suas margens, para que não naufragassem ou encontrassem uma morte vergonhosa como punição por seus crimes .

Assembleias gerais (Thing) passaram a ser realizadas sobre esta ilha. Antes de cada julgamento, os juristas sempre bebiam em silêncio a água da fonte, em memória e honra de Fosite. As águas dessa fonte eram consideradas tão sagradas que todos os que bebiam dela eram considerados sagrados, até mesmo o gado que provasse dela não poderia ser morto. Como Fosite era considerado um deus da luz, as assembleias eram realizadas na primavera, verão e outono, quando a luz do sol brilha claramente. No inverno, a escuridão impediria os juristas de enxergarem claramente e de dar vereditos justos.



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